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quarta-feira, 21 de abril de 2010

...a 13 de Maio...

O Sr. Joseph Alois Ratzinger vem passear a Portugal e o governo dá tolerância de ponto ao pessoal que é conhecido por andar a coçá-los.
Agora que a obra está assente, só espero que quando o Dalai Lama, o (ou um dos) Aiatola, um Rabino-Chefe ou até o David Miscavige (até os Cientologistas têm direitos) vier a Portugal, se faça cumprir a Constituição da República Portuguesa, que diz no Artigo 13º, e passo a citar:

1. Todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei.

2. Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual.

Eu, que acredito no FSM, espero poder usufruir de um folga quando o grande Bobby Henderson vier a Portugal.

R'Amen



Democraticamente,
O Melhor Crítico do Universo

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Debates políticos e os media

O Melhor Crítico do Universo vem demonstrar o seu desagrado pela forma como são feitos os debates entre os líderes dos partidos na televisão.
Estamos a passar uma fase difícil e é importante que o povo perceba o poder que tem no voto, poder esse que passa pelo voto consciente e informado. Poucos são os que vão ler ou já leram o programa dos partidos. Isso poderá mudar no futuro, mas hoje em dia é um facto incontornável.
Sendo assim, os debates são de grande importância para o esclarecimento do povo e os media deviam dar mais tempo para que se percebesse de forma clara a posição de cada partido.
Outro problema no meio disto tudo é a montagem que fazem para reportagem no telejornal. Ao tentar sintetizar pontos complexos caem no erro de "escolher" frases pouco felizes, e que, por vezes, não representam o verdadeiro ponto de vista dos candidatos, apresentando-os pelas palavras dos oponentes.

Temos de votar conscientes, conscientes que somos nós que elegemos as pessoas que nos representam. E se não votamos, abdicamos do direito de nos queixar do país em conversas de café.


Politicamente,
O Melhor Crítico do Universo